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Agropecuária

Dália Propriedade Giliotto 474 (foto à esquerda), vaca holandesa de cinco anos, levou o título de Grande Campeã do Concurso Leiteiro da Expointer. A fêmea, que pertence a Lidenor Giliotto e seus filhos, produziu 71, 960 quilos de média durante o torneio.

Além de fazer a Grande Campeã, os criadores conquistaram o segundo lugar na categoria Vaca Jovem, com Dália Propriedade Giliotto 517 (foto à direita). O animal produziu  56,890 Kg de média, com 250 dias de parto.

De acordo com Bruno Scarpa Nilo, coordenador técnico da CRI Genética, Dália 474 é “uma filha do touro TOYSTORY, neta do F3, bisneta do IMAGE, tataraneta do MAURY: Quatro gerações de genética holandesa CRI”.


A Propriedade Giliotto

A produção de leite como atividade principal da fazenda teve início há mais de 30 anos, já com inseminação artificial.  Em 1997, o médico veterinário e representante da CRI, Luiz Escovar Arregui, começou a fazer o trabalho de acasalamento do rebanho. O foco, desde então, foi em sistema mamário e pernas e pés, buscando sempre animais funcionais, equilibrados, longevos e, principalmente, rentáveis. Em 2000, Arregui assumiu toda a reprodução e trabalhos veterinários da fazenda.

Vários touros da bateria CRI foram utilizados e se tornaram pilares dentro do rebanho. “OVERTIME, MAURY, F3, JUDD, COSMO, LOCUST, JUST e TOYSTORY foram trabalhados no passado e construíram uma excepcional base genética”, conta o representante. Assim, a Propriedade Giliotto tornou-se uma referência no país e, hoje, faz vendas de embriões para outros produtores.


Produzindo mais

Os dados de produtividade e saúde do rebanho são impressionantes na fazenda. No último controle leiteiro, realizado pela Gadolando, as cinco melhores lactações em três ordenhas encerradas em 2013 foram da propriedade.

Cinco vacas Giliotto foram avaliadas. A maior lactação em 305 dias foi de 18.701,5 Kg e a quinta, de 17.144,9 Kg. Portanto, a média de produção oi de 17.779,74 Kg por lactação, o que resulta na média diária de 58.294 Kg/leite. De acordo com Arregui, isso mostra persistência de lactação, animais saudáveis, altamente produtivos e rentáveis. “Esses números são altíssimos, muito acima das médias nacionais, dignas de vacas que são mães de touros em qualquer país do mundo, mostrando uma superioridade ímpar”.


Estratégia de ação

Segundo Guilherme Giliotto, um dos proprietários, no início, o trabalho proposto por Arregui foi o de buscar animais mais saudáveis, equilibrados, vacas medianas e rentáveis, seguindo uma linha de seleção um pouco divergente ao que se preconizava na época. “Nos últimos anos, reforçamos a seleção de touros por Mérito Líquido Vitalício (MLV$). Foi um norte a ser seguido, orientado pelo programa de acasalamento da CRI Genética, o MAP. Hoje todos os animais jovens da fazenda são oriundos desse programa”, explica.

Para Bruno Scarpa Nilo, somado ao manejo reprodutivo bem dirigido, “o conhecimento sobre vacas leiteiras dos proprietários, a aposta em tecnologia de ponta e conforto animal, além de seguir corretamente as orientações dos técnicos, também são ingredientes essenciais para alcançar esse sucesso”.


Fonte: Assessoria de Imprensa
 

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