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A Polícia Federal informou, nesta quinta-feira (14/1) ter desarticulado uma quadrilha de traficantes de aves e outros animais silvestres. Na operação, chamada de Voo Livre, foram cumpridos 10 mandados de prisão preventiva, 15 de busca e apreensão e mais 10 de condução coercitiva, quando o suspeito é levado para prestar depoimento.

As ações foram feitas em São Paulo, Goiás e Tocantins. As investigações da Polícia Federal concluiu que os criminosos capturavam os animais em Tocantins, Bahia e Pará e os vendia em Goiás e São Paulo. A maior parte das aves saía do Parque Nacional do Jalapão, conhecido por ser refúgio natural de vida selvagem.

 

Em comunicado, a corporação informou que as tarefas dos integrantes da quadrilha eram basicamente três. Os chamados coletores retiravam os animais do meio ambiente; os comerciantes faziam as vendas ilegais; e os chamados financiadores davam os recursos que serviam para sustentar as atividades criminosas.

“Mais de 500 aves foram apreendidas. Muitas, ainda filhotes, eram transportadas em espaços sufocantes, para dificultar a fiscalização. Há indícios de que a organização criminosa também promovia a falsificação de anilhas, os selos de identificação dos animais, e promoviam a venda para o exterior”, informa a PF.

Os integrantes da quadrilha serão indiciados por crimes como receptação qualificada, associação criminosa, falsificação de selo público federal, caça, maus tratos e comércio interestadual de animais silvestres.

Globo Rural Online

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