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Estamos presenciando um fato muito interessante na agropecuária brasileira.  O crescimento, em todos os setores, da cultura do ganho em produtividade. São muitas as pesquisas, as experiências e os cases, em que o processo de produção com ganho em produtividade é uma ferramenta que se multiplica e contagia a todos. O tema há tempos saiu da Academia e ganhou as porteiras das propriedades, crescendo entre as comunidades rurais como uma norma saudável para o futuro.

O Brasil já deu provas dessa competência para o mundo, quando saltou sete vezes a sua produção de grãos em cinquenta anos, e a área explorada apenas dobrou um pouco mais. Ou seja, em menos de cinco décadas, a área plantada passou de 27 milhões de hectares para 57 milhões. Enquanto que o volume total produzido saltou de 29 milhões para 200 milhões de toneladas, conforme os resultados desses primeiros meses de 2015.

É muito relevante que o processo agropecuário brasileiro tenha se transformado em celeiro de alimento do mundo preservando a natureza e adotando métodos cientificamente modernos. A tecnologia é a maior aliada dessa vitória e o Brasil também se consolida como um país onde essa meta vem oferecendo os melhores resultados.

Graças à Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), a diversas universidades e a inúmeros institutos governamentais e empresas privadas que trabalham para cada vez mais agregar valor nesse processo, o Brasil consegue se destacar no mundo e servir de referência à humanidade.

Hoje o Brasil é tido como um grande líder para a agricultura mundial, que tem a obrigação de produzir alimento para nada menos do que sete bilhões de pessoas. Através das pesquisas científicas e da busca insistente por inovação, e com o emprego de tecnologia cada vez mais avançada, o Brasil rural hoje é uma das áreas mais produtivas do mundo.

E, como lembramos no início, essa onda vem conseguindo atingir a todos, e já pode apresentar resultados na pecuária. As pastagens, que hoje contemplam 150 milhões de hectares, entram numa pauta de preocupação do governo e dos produtores, no sentido de serem recuperadas também para obter ganhos de produtividade na cria, recria e engorda de bois. Aposta-se, pelas pesquisas e experiências já completadas, ser possível duas ou até 2,5 cabeças por hectare, se adotarmos as práticas estudadas. Não é um sonho, são metas.

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