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da Redação

Ovinos, bovinos e equinos, em lotes para corte ou reprodução, o certo é que o mercado de leilões de animais no Brasil não encontra crises. As feiras agropecuárias com programação de vendas de animais nas baias ou em leilões específicos para pessoas “VIP” devem continuar, mas registra-se aumento na demanda por leilões eletrônicos ou virtuais, além da comercialização in loco na própria fazenda. Principalmente na área bovina, tanto de carne como de leite.

Em alguns estados, como Goiás, o crescimento de leilões virtuais em 2014 atingiu 30%. Gado na fazenda é dinheiro certo, e os compradores nem precisam mais ir até a propriedade para adquirir animais. Para Luis Teixeira, coordenador de pecuária da AgroPecuária CFM, de São Paulo, “os leilões virtuais apresentam um custo menor para todos, seja para o vendedor com menor custo do recinto físico, seja para o comprador que não precisa se deslocar para realizar a compra e ‘perder’ dias de trabalho em viagens até o leilão”.

Canais diversos

Teixeira prefere trabalhar com vários canais de comercialização, pois “eles se complementam e fazem parte de uma estratégia geral de distribuição” da empresa.

No último evento de 2014, a CFM faturou mais de R$ 1 milhão em leilão virtual, com a venda de reprodutores Nelore. Tem outras vantagens: As vendas foram direcionadas para estados do Norte, Sudeste e Centro-Oeste: Mato Grosso do Sul, Goiás, Tocantins, São Paulo e Mato Grosso. No seu primeiro leilão de 2015 (17 de março) está à venda um lote especial de 150 touros Nelore CEIP CFM.

eixeira ressalta, no entanto, que o importante é a marca, ou seja, a genética, quer dizer, a qualidade do produto que é oferecido: “Os leilões servem como um canal de distribuição, mas os clientes já conhecem bem os resultados obtidos com os touros CFM”, acrescenta.  Segundo ele, “os leilões são uma boa forma de vendas, aumenta o volume em um único evento e atende a uma gama maior de clientes”.

Em 2014 os leilões e vendas no geral foram ótimos, segundo o coordenador da CFM, para toda a pecuária. “A retomada de preços, desde o bezerro, animais para reposição e arroba de boi gordo, possibilitaram melhores margens para o pecuarista, que pôde melhorar seus resultados e desta forma, retomar com maior investimento, que se reflete em toda cadeia, inclusive nas vendas de touros, sejam na fazenda ou via leilões”, acrescenta.

O coordenador da CFM ressalta ainda o bem-estar de animais comercializados em leilões virtuais e venda na própria fazenda, uma vez que elimina-se o risco de danos físicos e estresse nos deslocamentos. E reforça: “Para que um leilão virtual tenha sucesso é preciso uma série de esforços e trabalho prévio, e que a marca, criador, ou produto também sejam bem conhecidos, senão podem gerar menos confiança ao comprador para realizar os negócios. Portanto, para quem atende esses requisitos básicos, o leilão virtual é um bom canal de venda”, conclui Teixeira.

Leilões virtuais

•  Vendedor oferece um ou mais lotes de animais através de canal de TV ou Internet para todo o Brasil.
•  Redução de custos de evento para o vendedor e comodismo para o comprador.
•  Mercado cresceu, em média, 30% em todas as regiões brasileiras.

Foto: Divulgação

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