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Já falamos aqui em editorial, ouvindo especialistas, que o Brasil não tinha diplomacia suficiente para vencer as barreiras comerciais que os nossos concorrentes, principalmente no setor de proteína animal, nos colocavam. A verdade é que o produto brasileiro é inigualável, como sempre apresentamos, mas vinha perdendo mercado por conta da falta de negociadores à altura do nosso potencial e das disputas de mercado.

Neste mês de julho podemos observar o contrário, contudo, uma virada sensacional, por habilidade de duas gestoras, a ministra da Agricultura, Kátia Abreu, e a presidenta Dilma Rousseff. Ambas demonstraram competência e habilidade ao tratarem de dois acordos relevantes para o Brasil, não somente na área do agronegócio de carne, mas para as relações comerciais como um todo, com o resto do mundo.

Um grande avanço de diplomacia brasileira as negociações recentes com os Estados Unidos e a China, dois países ricos e reconhecidamente exigentes e hábeis nas transações internacionais. A carne brasileira tem raça, genética e pasto para atender a qualquer estilo de corte e paladar, só dependendo mesmo das exigências dos consumidores.

As barreiras sanitárias de países como Estados Unidos e Japão, sem dúvida, são apenas questões técnicas, pois o Brasil, hoje, tem também plenas condições atender a todas a exigências desses compradores. O Brasil está totalmente enquadrado em todas as normas internacionais sanitárias, e isso ficou bem claro principalmente pelas argumentações técnicas da ministra Kátia, para as comissões diplomáticas e empresariais que se aproximam das ofertas brasileiras.

O retorno dos Estados Unidos às importações de carnes in natura do Brasil, e também o acordo de compra do produto por parte da China e brevemente a volta do consumidor japonês, é a melhor notícia para o país neste 2015. Para nós um resultado imediato, pois chega em um momento em que o Brasil enfrenta diversos problemas conjunturais, inclusive de ordem econômica global, com reflexo negativo na sua balança comercial recente.

O Brasil precisava e alcançou a derrubada dessas barreiras unilaterais de mercados altamente qualificados e potentes economicamente. Era uma questão de honra, seja por qualquer que fosse os embargos aplicados por esses países, o importante é que encontramos a competência de mostrar o nosso valor, coisa que muitas vezes não é para qualquer um, mas conseguimos.

Foto: Divulgação

 

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