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por Guillermo Sanchez*

Olá, amigos!

Após as enxurradas de denúncias e escândalos, algumas categorias iniciaram movimentos para protestar contra o governo. Caminhoneiros bloquearam estradas em seis estados da federação, reclamando do aumento do preço do óleo diesel que chega a representar 75% do custo no frete, nos atuais valores. O reflexo da paralisação afetou diversas cidades que ficaram sem o abastecimento de comida, combustíveis e até medicamentos. Em Pato Branco (PR), aproveitando a falta de gasolina, teve posto que vendeu o produto a R$ 5,00, o litro. Dois gigantes do setor de alimentos, BRF e Aurora, no sudoeste do Paraná, e em Santa Catarina, decidiram ajustar os abates por causa dos problemas ocasionados pela paralisação da categoria. Dezessete unidades pararam as atividades, os abates foram temporariamente interrompidos, pois não há como embarcar as carcaças nos caminhões frigoríficos. O JBS enfrentou problemas para levar alimentos para os frangos nas granjas de cooperados.

No penúltimo reajuste de combustível, a gasolina subiu 4% e o diesel 8%. Neste último, a gasolina subiu 3% e o diesel 5% nas refinarias. Como o país tem muita dependência dos caminhões para escoar a sua produção, se não houver um recuo dos preços, certamente a conta será paga mais uma vez pelos consumidores. O descontentamento é evidente, ainda mais quando ocorre uma redução de quase 50% no valor do petróleo em todo o mundo e, ao contrário do que estamos vendo em países como os EUA, que diminuem os valores, aqui no Brasil sobem. Nos EUA o preço do litro da gasolina sem adição de etanol pode ser comprado a R$ 1,65 nos postos da Califórnia. 

Existe uma preocupação do governo pois há uma convocação geral, principalmente pelas redes sociais, para um ato de desagravo ao governo, no dia 15 de março deste ano, não só pelo aumento de preços, aumento da carga tributária mas também pelo combate à corrupção.

Dentro da cadeia produtiva da carne, um dos grandes projetos no país é o confinamento de bovinos no noroeste de Minas Gerais, de propriedade da AC Proteína (família Conde), o maior do Brasil. O objetivo é confinar 300 mil animais por ano, sendo que em 2014 foram 140 mil animais. A AC Proteína tem como sócio o fundo de investimento americano Black River, de Mineapolis. As fazendas de pecuária do grupo receberam no ano de 2008 a certificação de exportação para a comunidade europeia. Em Araxá (MG), a família Conde possui uma fazenda com produção de café desde 1960, de qualidade superior, exportado há mais de 20 anos para vários países e que recebeu, em 2006, o prêmio de melhor café da European Specialty Coffee Award. Por muito tempo a AC Agromercantil foi uma das mais importantes produtoras de ovinos e caprinos da seleção brasileira, criando as raças Santa Inês, Dorper e Boer.

Leiloeiro rural

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