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Em meio ao clima de crises que assolam o país desde o início do ano, quando o governo anunciou as medidas de contenção de gastos em custeio e corte de recursos em investimento, o setor do agronegócio brasileiro – que tanto já dissemos e mostramos que “carrega o Brasil nas costas” – confirma seu afamado potencial.

Enquanto o Planalto planeja, solicita ao Congresso e este aprova, e o governo já determinou o corte de cerca de R$ 70 bilhões para atingir o superávit primário em 2015, o Plano Safra deste ano teve um aumento de 20% em relação ao período anterior. Nada menos do que R$ 187,7 bilhões, ou seja, mais de 30 bilhões acima do anterior, que foi de R$ 156,1 bi.

É como se o governo se assegurasse de garantir as posições que vêm lhe dando segurança de futuro melhor. Ele teve a coragem de tirar verba da construção civil e da infraestrutura, atingindo inclusive o programa de moradia “Minha casa minha vida”; da educação e da saúde, duas áreas atualmente críticas e de relevantes temas no julgamento popular da gestão, mas não mexeu na agricultura e pecuária.

Para a ministra da Agricultura, “o plano, em si, não é só para os produtores rurais, é para todo o país”. Correto o pensamento de Kátia Abreu, pois, como ela mesmo disse, “produziremos alimento de qualidade e com preços justos para a população”. Quem é contra, hoje, quando o povo conhece melhor a realidade nacional e internacional dos povos, o agronegócio brasileiro? Fatos não tão distantes nos trazem lembranças recentes de bandeiras políticas contra o setor.

Mas contra fatos não há argumentos ideológicos, políticos e/ou que não sejam concretos.  Nos próximos dez anos, conforme as projeções técnicas, a safra agrícola brasileira aumentará em 50 milhões de toneladas e a produção de carnes (bovina, suína e de aves), em 8 milhões de toneladas. Aliás, essa realidade futura foi lembrada pela ministra no ato oficial de anúncio dos recursos.

Resguardo ou não do governo diante das críticas da oposição em todos os níveis contra os pacotes recentes, o certo é que o Brasil vem mais do que assegurando a sua posição de um dos maiores produtores de alimento do mundo: Progredindo, a cada ano, e superando obstáculos. Em maio a China retomou a compra de carne bovina, acabando com um embargo de mais de dois anos, além de assinar um acordo que soma mais de 53 bilhões de dólares que vão atingir diretamente o setor agropecuário do país.

 

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