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da Redação

Um estudo inédito no Brasil vai divulgar, até o próximo mês de março, os cem municípios brasileiros com maior atratividade imobiliária. A pesquisa se baseou em uma série de variáveis, todas elas relacionadas com o potencial de prospecção de produtos imobiliários e de outros índices que mostram que, quanto maior o indicador, mais atrativo será o município para o mercado.

A informação é do professor de negócios imobiliários e da construção civil da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Cristiano Rabelo, 42 anos. Segundo ele, que não pode anunciar dados, o trabalho, que utilizou números matemáticos, vai também mostrar as condições de compra de setores economicamente estratificados da sociedade brasileira.

De acordo com ele, o mercado imobiliário no Brasil, no setor de parcelamento do solo (loteamento), “está muito aquecido”. Conforme diz, o produto lote vem agregando muito valor, e é o que dá mais ganhos para o comprador, quando comparado ao preço de um apartamento ou casa já construída, analisa.

“Prestações baixas que possibilitam ao brasileiro adquirir o seu bem; Construir a sua unidade residencial”, lembra Rabelo. Ele também alerta que, como tudo que é atrativo, esse negócio também traz o viés de risco: “Porque atrai muita gente e se atrai mais consumo temos que ter o cuidado com a super oferta. Então tem que ter a preocupação de olhar e estudar o mercado”, completa.

Segundo Rabelo, hoje no Brasil temos regiões como o norte de Goiás e arredores de Goiânia, alguns municípios de Mato Grosso e interior da Bahia e do Rio Grande do Sul, onde há muito aquecimento imobiliário, com oportunidades “boas de negócios em loteamento”.  Diz que, “quando se fala em parcelamento do solo, tanto se pode fazer investimento de alto valor agregado [condomínios de luxo], como também se pode fazer para casas populares e loteamento”. Para ele, o maior problema no setor de loteamento é a inexistência de financiamento para infraestrutura. “O investidor tem que procurar fazer parcerias”.

Sobre a sua visão de empreendimento imobiliário residencial com características rurais, ele explica: “Não é toda região que tem o perfil para absorver produtos dessa natureza. Geralmente, em regiões onde a cultura agrícola já é natural, esses produtos são mais interessantes”. 

Outro detalhe a ser levado em consideração na hora da compra do terreno, segundo Rabelo, é a proximidade a áreas urbanas. “Compra-se barato, e depois, quando a área se tornar urbana, pode valorizar até cinco vezes mais”, acrescenta.

ATRATIVOS DO LOTEAMENTO RURAL

Prestações baixas;
Proximidade a áreas urbanas;
Regiões com maior potencial: norte de Goiás e arredores de Goiânia, alguns municípios de Mato Grosso, Bahia e Rio Grande do Sul.

Foto: Divulgação

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