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Olá, amigos!

Imaginem um projeto de quinze anos ser destruído em poucos minutos, sem receber qualquer punição. Tal fato aconteceu em terras brasileiras e contando com o financiamento do governo. Em março, uma das maiores empresas de celulose do mundo, a Suzano, foi alvo, em seu centro de pesquisas de Itapetininga (SP), de um ataque feito por cerca de mil mulheres, que chegaram em quinze ônibus, e destruíram mudas de eucaliptos geneticamente modificadas (do tipo H421), que estavam sendo avaliadas para melhorar a produtividade da espécie.

Cinco dias depois, cerca de quinhentas mulheres do MST invadiram a fábrica da Adama (Taquari/RS), multinacional israelense de defensivos agrícolas, causando pânico entre os trabalhadores da empresa. Naquele mesmo mês, diversas empresas de renome, como Vale, Cargill, Bungue e Duratex tiveram agressões organizadas pelo MST e suas Mulheres Camponesas, da Via Campesina. Os desmandos do MST são inúmeros e notórios.

Lembrem-se que a Aracruz Celulose (hoje Fibra) foi invadida, em 2006, quando destruíram mais de cinquenta mil mudas de árvores nativas e mais de um milhão de mudas de eucaliptos, causando um prejuízo de quase 1 milhão de reais. Com um governo conivente, parece que os líderes do movimento não têm medo das suas ações. Não existe uma punição rigorosa, nem efetiva. As ações movidas pelas empresas quase nunca resultam em ganhos. O medo de represália também é outro fator que inibe as empresas em ações judiciais. A própria Adama não registrou nem um boletim policial sobre o ataque.

Para as empresas que investem pesado no setor primário brasileiro – e também para os cidadãos de bem – ver a presidente Dilma Rousseff com o boné do MST, prestigiando uma festa do movimento em Porto Alegre, como aconteceu no mesmo mês das invasões, onde disse que respeitava a luta do companheiro Stédile e as propostas de seu movimento, deve ser motivo de muita preocupação e decepção. O líder do MST, João Pedro Stédile, que de “sem terra” não tem nada, mora em um confortável apartamento no bairro nobre de Perdizes, em São Paulo, onde recebe as benesses do governo para o seu sustento e de seu movimento.

Quando o povo buscou manifestar-se pacificamente no dia 15 de março em todo o Brasil, vimos o ex-presidente Lula convocar o “exército” do MST para tentar inibir a justa manifestação. Ele deveria se lembrar que os últimos anos de superávit primário e os números positivos da balança comercial devem, em grande parte, à contribuição do agronegócio nacional.

Mas, com certeza, dias melhores virão.

Abraços.

* Leiloeiro Rural

 

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