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Energia, abastecimento de água, logística, taxas de juros elevadas, secas em várias regiões, o Brasil, neste início de 2015, parece que já não tem o rumo certo da sua macro e micro economias. Não podemos, é lógico, mirar o alvo da crítica na nova equipe de governo neste segundo mandato de Dilma Rousseff.

Ao analisar a nova composição dos gestores do primeiro escalão da República, podemos até aplaudir as escolhas da presidenta reeleita. E não são somente as pastas mais em evidência quando se trata da política econômica do país e do seu planejamento e/ou metas traçadas e anunciadas para os próximos anos. Como Joaquim Levy (Fazenda), Armando Monteiro (Indústria e Comércio), Alexandre Tombini (BC), Nelson Barbosa (Planejamento), Cid Gomes (Educação), Kátia Abreu (Agricultura).

Mas precisamos, primeiramente, recuperar a confiança dos brasileiros em um momento de extremo descrédito político. Ainda estamos nos recompondo do embate eleitoral acirrado que, somados os prós e os contras, deixou muita desconfiança no eleitorado. E não foram somente pelas totalizações de votos que, conforme a maioria dos analistas, dividiram o Brasil em dois, como todos sabem.

Os políticos em seus partidos parecem que não querem compreender o tamanho do desafio e a urgência de resolução dos problemas supracitados para o futuro do Brasil. Dilma tem, sim, a oportunidade de mostrar que é possível consertar os erros da sua primeira gestão. Questões que vão muito mais além das medidas internas e externas tomadas pelo novo titular da Fazenda para o retorno dos investimentos e o fortalecimento da economia.

Determinações diretas contra o estilo do consumo que tanto caracterizou a gestão passada. Não podemos afirmar que são certas ou erradas, mas necessárias, no momento, diante do quadro que se abateu no país desde a virada do ano. Crescimento baixo do Produto Interno Bruto, crise energética, obras paralisadas, urgência de investimentos urbanos em todas as regiões metropolitanas, e a violência que ainda é o mais grave problema das famílias.

Enfim, o Brasil está refém da imprudência da gestão anterior, em nível federal e nos estados, quando governadores não realizaram obras urgentes, como a construção de reservatórios de abastecimento. O momento deve ser de alerta, mas também de crédito, e não devemos perder as esperanças, pois essa não será a primeira e nem a última dificuldade da nossa gente.

Rogério Morais
Editor

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