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Economia

As exportações brasileiras de carne suína, considerando-se todos os produtos (entre in natura e processados), cresceram 38,9% em setembro, em comparação com igual período do ano passado, para 73 mil toneladas. No acumulado de 2016, foram embarcadas 551,9 mil toneladas, 40,3% acima do alcançado nos nove primeiros meses de 2015. Os números foram divulgados nesta quarta-feira (19/10), pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

A receita cambial de setembro cresceu 38,1%, chegando a US$ 168 milhões. De janeiro a setembro, o saldo das exportações chega a US$ 1,061 bilhão, com aumento de 11,9%. Em reais, as elevações foram de 15,1% em setembro, para R$ 547 milhões, e de 22% no acumulado, para R$ 3,7 bilhões.

"Vimos uma reação do preço médio cambial no mercado internacional, o que ajudou a compensar a valorização do real frente ao dólar. O fator 'custo de produção' também influenciou esse contexto", disse, em nota, o presidente-executivo da ABPA, Francisco Turra.

 

Maior importadora da carne suína brasileira, a Rússia foi responsável pelo embarque de 188,4 mil toneladas entre janeiro e setembro, 5% acima do registrado em igual período do ano passado. Em segundo lugar, Hong Kong importou 125,8 mil toneladas no período, 48% acima do efetivado no ano anterior. No terceiro posto, a China comprou 69,8 mil toneladas nos nove primeiros meses do ano, 3.000% a mais. "Seguindo esse ritmo, as exportações brasileiras de carne suína deverão superar 700 mil toneladas", comentou o vice-presidente de mercados da ABPA, Ricardo Santin.

Estadão Conteúdo
Foto: Divulgação

 

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