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A comprovação de que as chuvas deste ano foram melhores no Nordeste do Brasil já pode ser vista no campo. No agreste do Sergipe, a expectativa é de uma boa colheita de milho por conta das chuvas entre os meses de abril e junho. De acordo com os dados da Somar Meteorologia, os volumes ficaram em torno dos 250 milímetros nos últimos meses. Embora a chuva ainda esteja abaixo da média em algumas localidades, é o maior volume dos últimos dois anos. Segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a produção de milho em Carira (SE) é a maior do Estado, e neste ano pode chegar a um milhão de toneladas, valor 12% maior que na safra passada.

A cidade de Amargosa, que fica no litoral sul da Bahia, também merece destaque por ter recebido o maior volume de chuva acumulado, nas últimas 24 horas. Foram mais de 110 milímetros, o que corresponde a quase toda a chuva que deveria ter caído ao longo do mês na cidade. Amargosa (BA) se destaca pela produção de cacau e mandioca. Segundo Ismael Patrício Costa, do Sindicato Rural da cidade, as chuvas foram muito bem vindas:

– Os temporais acabam prejudicando mais as capitais do Nordeste, mas no interior o solo seco precisa desta água – afirma.

Ao longo desta quarta, dia 16, ainda há previsão de temporais principalmente no Sergipe, com chance de transtornos nas áreas urbanas. A chuva pode vir com forte intensidade também no litoral sul da Bahia, já no oeste do Estado, não chove de forma significativa nas áreas agrícolas desde março, quando o volume mensal chegou aos 190 milímetros. Estas chuvas do início do ano garantiram umidade para a instalação das lavouras. De acordo com a climatologia local, cidades como Luis Eduardo Magalhães (BA) só voltarão a receber volumes elevados de chuva a partir de outubro. Os meses mais chuvosos do ano para a faixa oeste da Bahia são novembro e dezembro, quando a média climatológica mensal pode superar 200 milímetros.

 

Fonte: RuralBR
Foto: Divulgação

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