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Haras de valor

por Wescley Gomes

Nada da “maldição do pônei” de certa campanha publicitária de alguns anos atrás. Pelo contrário, os pôneis são animais delicados, de comportamento dócil, que encantam e despertam o lúdico e o imaginário de crianças e adultos.

Não são poucas às vezes em que são confundidos como cavalos anãos, mas na verdade o pônei tem uma genética definida. No Brasil, duas raças foram desenvolvidas e reconhecidas como puras: a raça Piquira e Pônei Brasileiro. Na primeira, os animais não devem exceder a 1,30 cm de altura, para machos, e 1,28 cm para fêmeas, e na outra os machos chegam à altura máxima de 1 m e as fêmeas 1,10 cm.

Mas, afinal, esses lindos animaizinhos se destinam a negócio, lazer ou estimação?

Para o criador e proprietário do mini-haras Capela, em Mandirituba (PR), Luiz Eduardo Vieira, os pôneis podem ser utilizados para qualquer uma dessas finalidades, de acordo com o interesse de cada proprietário. “Tudo dependerá da visão de cada criador. Esses animais são destinados à iniciação de crianças na equitação. É um equino muito bom para o serviço devido ao seu equilíbrio. Além de excelente para o passeio com crianças por possuir passadas e galope leves”, orienta o criador.

No Brasil as maiores criações de pôneis se encontram nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais, entretanto, outros estados já começaram o processo de criação de pequenos haras, como é o caso do Capela, no Paraná. “Como minha paixão por cavalos sempre falou mais alto, resolvi presentear meu filho com um pônei. Só que comecei a pesquisar e percebi que não tinha muitas criações aqui no Paraná, foi então que encontrei uma oportunidade e montei o meu negócio. Por isso, que afirmei que tudo depende da visão individual de cada criador”, conta Vieira.

Devido à procura por animais pequenos para a montagem de mini-haras, geralmente, em hotéis, pesque-pague e sítios particulares, esses animais têm ganhado espaço e caído na preferência de muitos, alegrando a criançada. “O que encanta as crianças e visitantes é justamente o tamanho desses animais. A criança fica mais segura, um tombo não representa tanto perigo e elas conseguem ajustar pernas e mãos com mais eficiência do que conseguiriam em um animal grande”, aponta o criador.

Os pôneis ganharam também outros espaços, como exposições e eventos agropecuários brasileiros, conforme revela Vieira. “Eles são usados para participar de exposições, leilões, festas e até como animais de estimação. Isso tem acontecido com frequência, por exemplo, na Expointer [Esteio/RS], nos últimos anos”, afirmou o criador.

Foto: Divulgação

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