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Haras de valor

Por Rafaele Esmeraldo

A treze meses das Olimpíadas Rio 2016, que se realizarão na capital fluminense de 5 a 21 de agosto do próximo ano, as atenções e cuidados se redobram com relação a vários itens, entre eles os temidos exames antidoping.

Nas modalidades olímpicas do hipismo, os conjuntos formados por cavaleiro e cavalo disputarão provas de Adestramento, que buscam avaliar a condução do conjunto, verificando a capacidade do animal responder aos comandos do homem na execução de movimentos específicos; de Concurso Completo de Equitação (CCE), que caracterizam os cavalos mais ágeis e resistentes para qualquer tipo de combate; e de Salto, que objetivam completar um percurso com oito a doze obstáculos, incluindo barras paralelas, fossos e pequenos muros, no menor tempo possível.

Como é de praxe em todas as importantes provas de hipismo, a Rio 2016 também realizará exames antidoping, que detectam a utilização de substâncias proibidas no desporto que podem tornar o cavalo mais forte e mais rápido. Isso é considerado trapaça, uma vez que aumentam o rendimento do animal. O diretor veterinário da Confederação Brasileira de Hipismo (CBH) e presidente da Comissão Veterinária dos Jogos Olímpicos, Thomas Wolff, relata: “Mais de mil e cem drogas são consideradas proibidas (utilizadas no dia a dia do animal, em tratamento, mas que não devem estar circulando no sangue durante o evento) e banidas (jamais deverão ser usadas em cavalos de esportes)”.

Caso seja detectada alguma dessas substâncias proibidas, serão solicitadas contraprovas e, uma vez constatada a presença da droga, o cavaleiro será penalizado, em concordância com o Tribunal de Justiça da CBH e da Federação Equestre Internacional (FEI). No caso da droga banida, o cavaleiro pode ficar impedido de correr por, no mínimo, dois anos em qualquer competição. “O hipismo, por sua vez, é um esporte limpo, em que o uso de drogas é pouco. O importante é saber quando utilizá-la para não se prejudicar”, afirma Wolff.

Origem
Os jogos Olímpicos da Antiguidade tiveram início na Grécia, há 776 a.C. No começo estavam ligados a rituais religiosos de culto a Zeus. Por conta de seu caráter sagrado, até as guerras paravam durante a competição. Já no ano 393 a.C., o então imperador romano proibiu a sua realização, por considerá-los um ritual pagão. Muito tempo depois, o francês Barão Pierre de Coubertin criou a noção moderna de Olimpismo. No dia 23 de junho de 1894, Coubertin criou o Comitê Olímpico Internacional. Em 1914, o nobre criou a maior representação dos Jogos Olímpicos.

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Símbolos Olímpicos
Os cinco anéis nas cores azul, amarela, preta, verde e vermelha, unidos sobre o fundo branco, representam a união dos continentes e formam a bandeira Olímpica. As cores foram escolhidas para garantir que todos os países do mundo tivessem pelo menos uma das cores de suas bandeiras nacionais representadas. Além dos anéis Olímpicos, outros símbolos refletem os ideais do Movimento. O lema Olímpico é “Mais rápido, mais alto, mais forte”. Os valores são respeito, amizade e excelência. A tocha simboliza a união entre os jogos da antiguidade e da era moderna.

Foto: Divulgação
 

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