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Haras de valor

por Wescley Gomes*

Durante todo o ano, criadores e ginetes trabalharam com o intuito de alcançar o título mais desejado da raça Crioulo, o Freio de Ouro.

Entretanto, quem pensa que essa conquista é fácil precisa conhecer o nível das etapas classificatórias que aconteceram durante todo o ano, em vários lugares do Brasil. O melhor cavalo surgiu em meio às provas com níveis de qualidade altos, disputadas ponto a ponto.

Para chegar à final, realizada no Parque Estadual de Exposições Assis Brasil, em Esteio (RS), de 28 a 31 de agosto, durante a Expointer, foi necessária uma filtragem dividida em 12 etapas classificatórias.

Uma das razões para o sucesso do Freio de Ouro 2014, sem dúvida, foi a imprevisibilidade. A disputa pelas vagas na final da modalidade foi, durante toda a temporada, repleta de reviravoltas.

Para Luís Rodolfo Machado, vice-presidente de eventos da Associação Brasileira de Criadores de Cavalos Crioulos (ABCCC), a concorrência acirrada ao longo das seletivas refletiram o nível da qualidade da raça equina, com etapas de surpreender a todos que estavam dentro e fora das pistas.

“Tivemos seletivas disputadas com níveis técnicos excelentes e não tínhamos como apontar um favorito. Mesmo com um campeão defendendo o título não dava para garantir que a vitória seria certa, pois era grande a qualidade em pista”, disse Machado, que atribuiu esse sucesso à boa preparação dos animais.

“Venceu quem estava mais bem preparado, quem tinha o melhor físico e o melhor treinamento, mas pelo que presenciamos nesta edição do Freio de Ouro, todos os competidores estavam com um nível parecido”, afirmou.

Se as classificatórias foram travadas pelo alto padrão, a grande final entrou para história das mais disputadas nos últimos anos. Para Machado “mostrou a evolução da raça Crioulo e que cada vez mais o preparo dos conjuntos é determinante para o resultado final”.

Portanto, quem subiu ao lugar mais alto do pódio entre os machos foi o garanhão Destaque da Maior, de propriedade da Parceria da Maior, de Pato Branco (PR), que depois de dois anos consecutivos na quarta colocação, desbancou o favorito Cadejo da Maior, que buscava o bicampeonato. Já entre as fêmeas, quem levou o título foi a égua Jotace Tranca, da Estância Eldorado, da Barra do Quaraí (RS).

“Esta final do Freio de Ouro foi brilhante. Revelou o que já esperávamos desde as classificatórias: uma final difícil, além de comprovar que quem ganha é quem é regular nas várias etapas disputadas”, concluiu Machado.

*Estagiário AgroValor

Foto: Divulgação

 

 

 

 

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